terça-feira, 26 de setembro de 2017

Não me envergonho do evangelho - Rev. Romer C.S.


Não me envergonho do Evangelho

Ei, você é crente? Esta pergunta costuma trazer bastante constrangimento.
O que está, de fato, sendo perguntado?

Se eu sou alguém que frequenta uma igreja? Se eu sou alguém que possui alguns costumes antissociais? Se eu sou alguém alienado e pouco interessado nas “atualidades”?
Seja qual for a intenção da pergunta, respondê-la parece ser um grande desafio.

O principal problema em responder está relacionado à imagem que a sociedade associa ao crente: uma figura caricata que parece ser um nível inferior de humanidade.
Surge uma certa vergonha de afirmar que nos identificamos com aqueles que vivem com compromissos definidos por uma agenda eclesiástica e que, por isso, são obrigados a deixarem tudo que possa lhes afastar desta escravidão.

Nos tempos neotestamentários, esta imagem social não causava menos constrangimento. Entretanto, não era com a igreja que os crentes eram identificados.
Eles estavam associados ao seu Senhor e à mensagem anunciada por Jesus.

Paulo afirma que “não se envergonha do Evangelho” (Romanos 1.16) e isso lhe dava a motivação necessária para enfrentar quaisquer adversidades que adviessem em sua caminhada (2 Timóteo 2.10).
Eu não sou crente, quando me vêem como uma identidade igrejista. Mas eu sou crente quando estão vendo Cristo em mim.
Eu me envergonho de ser crente quando a imagem no espelho reflete o modelo de pessoas corrompidas cobrindo-se de vestes de santidade.
Mas eu não me envergonho quando a imagem no espelho reflete o modelo daquele cujo sangue me salvou.

Rev. Romer Cardoso dos Santos


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